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Cisto Sinovial





O cisto sinovial é um tipo de nódulo, semelhante a um caroço, que surge próximo a uma articulação. É uma espécie de dilatação patológica da membrana sinovial de algum tendão que armazena a sinóvia, um líquido lubrificante que permite um melhor deslizamento dos tendões, dentro de suas respectivas bainhas. Por trauma, lesão de esforço repetitivo, podem aparecer em vários locais, mas é bastante comum no punho.Mas a real causa do cisto sinovial ainda é desconhecida.



O sinal e sintoma do cisto sinovial mais comum é o aparecimento de um nódulo arredondado e maleável que surge na pele. Os cistos sinoviais não causam dor, porém podem comprimir os músculos ou tendões, causando dor, perda de força e sensibilidade na região. É comum os cistos mudarem de tamanho, podendo desaparecer naturalmente ou reaparecerem após o tratamento.

O tratamento do cisto sinovial irá depender do seu tamanho e dos sintomas apresentados. No caso de os cistos terem um grande tamanho e/ou provocarem dor ou diminuição da força, poderá ser necessário o uso de medicamentos anti-inflamatórios.


A punção do cisto com uma agulha para esvaziá-lo pode ser uma solução temporária; retirando o líquido acumulado na região da articulação. Após a aspiração, pode ser injetada uma solução de corticoides para ajudar na cura do cisto. Casos resistentes são tratados de forma cirúrgica






Veja Sistema Articular
         Sistema Tegumentar 



Apendicite

O apêndice se situa na região direita do abdômen. Não se sabe ao certo qual função exerce. Porém, sabemos que ele possui grande quantidade de tecido linfoide, importante para atuar como defesa contra infecções locais. Por motivos ainda pouco conhecidos, o apêndice pode infeccionar.



Apendicite é a inflamação do apêndice. Causada pelo bloqueio da cavidade do apêndice, geralmente por um aglomerado de fezes calcificadas. Este bloqueio pode também ser causado por uma inflamação do tecido linfoide por uma infeção viral, parasitas, cálculo biliar ou tumores.






Em ambos os casos, uma bactéria presente naturalmente dentro do apêndice começa a se multiplicar, causando a inflamação e o inchaço do apêndice, e eventualmente com pus. Se não tratada prontamente, pode causar o rompimento do apêndice.

Os sintomas geralmente incluem dor na parte inferior direita do abdômen, náuseas, vômitos e falta de apetite. No entanto, cerca de 40% das pessoas não apresentam estes sinais e sintomas típicos. Entre as possíveis complicações graves de uma ruptura do apêndice estão a inflamação grave e dolorosa do revestimento interior do abdômen e sepse.



Em geral, os médicos podem diagnosticar a apendicite pela sua descrição dos sintomas, pelo exame físico e pelos exames de laboratório. Em alguns casos, testes adicionais podem ser necessários.

A maioria dos pacientes com apendicite aguda mostra alteração no hemograma, caracterizada por aumento do número das células de defesa, que variam de 10000 a 20000 células (o normal é de até 10000 células). O exame de urina também pode mostrar alteração, devido ao contato do apêndice inflamado com o ureter e a bexiga.

Quanto aos exames de imagem, os mais utilizados atualmente são a ultrassonografia e a tomografia computadorizada de abdome. Estes exames mostram o espessamento do apêndice e a presença de pus ao seu redor.

O tratamento convencional para a apendicite é a remoção cirúrgica do apêndice. A cirurgia pode ser realizada de duas formas, a primeira é com uma pequena incisão de cerca de cinco centímetros no lado direito do abdome, logo acima do apêndice, para a sua remoção.

A segunda é através de laparoscopia, ou seja, o cirurgião faz três pequenos orifícios no abdômen, insere uma câmera para a visualização do procedimento e remove o apêndice. Esse método é menos invasivo que o tradicional e normalmente tem um tempo de recuperação menor; além de um melhor efeito estético.






Não há maneira de prevenir apendicite. No entanto, a apendicite é menos comum em pessoas que comem alimentos ricos em fibras, como frutas e vegetais frescos.